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	<title>Jornal Ponte Velha</title>
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	<description>Sítio de Pensamentos - Versão 2.1.2</description>
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		<title>ana e o relevo do vale</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 16:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[J. Strauklys]]></category>

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		<description><![CDATA[observa J. com calma o fim da tarde gaivotas, rasantes, a praça ana, talvez venha não tenha pressa J. há tempo J. Strauklys Jornal Ponte Velha]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1615" title="ana" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/08/ana1.jpg" alt="" width="250" height="235" /></p>
<p><strong>observa</strong> J.<br />
com calma o fim da tarde<br />
gaivotas, rasantes, a praça<br />
ana, talvez venha<br />
não tenha pressa J.<br />
há tempo<span id="more-1607"></span></p>
<p><strong>J. Strauklys</strong><br />
Jornal Ponte Velha</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-719" title="shimoda" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2009/05/shimoda-300x73.jpg" alt="" width="300" height="73" /></p>
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		<title>zonas de silêncio</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Martha Carvalho]]></category>

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		<description><![CDATA[“É de lei” dizerem que eu herdei a arte de escrever do meu avô, poeta reconhecido. Se tivessem sido guardadas as escritas de minha mãe, todos saberiam que meus poemas brotam do útero materno. É que minha mãe tecia sobre o imponderável com citações metafóricas, tal qual nos fala o sopro de Deus através das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1604" title="diesel2" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/08/diesel2.jpg" alt="" width="280" height="278" /></p>
<p><strong>“É de lei”</strong><br />
dizerem que eu herdei<br />
a arte de escrever<br />
do meu avô,<br />
poeta reconhecido.<span id="more-1603"></span></p>
<p>Se tivessem sido guardadas<br />
as escritas de minha mãe,<br />
todos saberiam<br />
que meus poemas<br />
brotam do útero materno.</p>
<p>É que minha mãe<br />
tecia sobre o imponderável<br />
com citações metafóricas,<br />
tal qual nos fala<br />
o sopro de Deus<br />
através das sagradas escrituras.</p>
<p>E meu avô<br />
era intangível<br />
e bem explicado.</p>
<p>Apesar desta diferença,<br />
ambos sabiam<br />
que as palavras<br />
podem trair o pensamento<br />
e que escrever<br />
é escolha<br />
entre muitas expressões.</p>
<p>Sabiam também<br />
quão imperioso era<br />
que se extrapolasse<br />
as zonas de silêncio.</p>
<p><strong>Martha Carvalho</strong><br />
Jornal Ponte Velha</p>
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		<title>Viva o grande inquisidor!</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 15:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Cotrim]]></category>

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		<description><![CDATA[1) O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) protocolou no Senado uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC 19/10) para incluir o “direito à busca da felicidade” na Constituição. Sua assessoria informou como justificativa que a Coréia do Sul, Japão e França já introduziram o direito à felicidade em “documentos de consolidação da democracia” e que “a proposta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1597" title="arcanjo" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/08/arcanjo.jpg" alt="" width="350" height="276" /></p>
<p><strong>1) O senador</strong> Cristovam Buarque (PDT-DF) protocolou no Senado uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC 19/10) para incluir o “direito à busca da felicidade” na Constituição. Sua assessoria informou como justificativa que a Coréia do Sul, Japão e França já introduziram o direito à felicidade em “documentos de consolidação da democracia” e que “a proposta é a inclusão da felicidade como objetivo do Estado e direito de todos”, citando o reino do Butão, onde há o Índice Nacional de Felicidade Bruta, calculado com base em indicadores que envolvem bem-estar, cultura, educação, ecologia, padrão de vida e qualidade de governo. Pobres melancólicos&#8230;<span id="more-1596"></span><br />
O senador deve saber que Adam Smith e outros utilitaristas imaginaram contabilidades desse tipo, entregues à mão invisível do Mercado. A Moral Sentimental de Smith está contida na justificativa de Buarque: Sua proposição “visa humanizar o Direito, que ficou frio e se tornou uma coisa da racionalidade, perdendo o sentimento que deveria ter”.(sic) Para elaborar o fáustico plano de tornar o Estado palmatória do mundo, o filantropo Cristovam pretende acabar com todo “mistério” da vida, seja ele metafísico ou teológico. A Razão deve reinar sobre o desconcerto do mundo e legitimar-se sobre a neutralidade dos processos científicos de adestramento cívico, e – como na Itaguaí do Dr. Simão Bacamarte –, promover a cura de todos os males da cabeça com essa espécie de decapitação. Presumo que o Dr. Guillotin foi o modelo de Machado de Assis nesta parábola sobre a loucura, e apostaria que toda a obra de Foucault está contida n’O Alienista.<br />
A pérola do politicamente correto foi assinada por 34 senadores de todas as tribos e biomas, o que prova que a ética igualitária não exige mesmo vida inteligente, podendo infeccionar semoventes com diversos níveis de degradação prudencial. O que sai barato. Basta ter senadores eleitos democraticamente e muitas, muitas escolas, do tipo das que serviriam às utopias patrióticas de Buarque, espécie de vídeo-games com softwares de treinamento de cidadania. Afinal, segundo a lâmina sinistra, o quadrado das obtusas é igual à soma dos quadrados dos patetas, como vem demonstrando o êxito do nosso sistema compulsório de escolarização estatizada.</p>
<p><strong>2) N’Os Irmãos</strong> Karamazov, Dostoiévski nos dá a lenda do Grande Inquisidor, em que um Jesus Cristo “ortodoxo” volta à terra no século XVI, e se defronta com um bispo católico, político, cheio de casuística e diplomacia, protótipo do jesuíta. O seu Jesus heróico e espiritual começa a ser adorado pela multidão, e o bispo manda prendê-lo. À noite, vai vê-lo e o repreende por querer bagunçar a cabeça das pessoas simples, que só querem continuar em suas vidinhas prosaicas. No fundo não querem nem amor nem liberdade, só a santa mediocridade em que alguém possa pensar por elas. Cristo sorri, lhe dá um abraço e vai embora. Talvez para o Butão.<br />
Fico pensando no Butão&#8230; Ah, o Butão! E me lembro da Bulgária, outra relíquia das minhas aulas de Geografia e da Copa de 66, que virou personagem daquele poema do Drummond com que fecho esta crônica. Dostoiévski não poderia entender o Ocidente, com sua eterna promessa de vencer o mal, não pela ascese, mas pela misericórdia. Era um genial e ortodoxo moralista, que ignorava que sobre a felicidade, o amor e a amizade não incidem nem direitos nem deveres. Tudo aí é perigosamente imponderável. Nesta matéria, tudo é liberdade e ócio.<br />
Pois, se os senadores lessem Dostoiévski, reconheceriam sua miséria política, e não fariam papel de Bacamartes revolucionários. Pareceriam menos adeptos das macabras “soluções finais”, que queriam “zerar” os problemas e recomeçar imaculadamente um projeto de civilização “justa”, para construir cientificamente o “novo homem” germânico, soviético, chinês&#8230; ou brasileiro, como delirava Vargas. Cujo livro de cabeceira era o credo positivista de Júlio de Castilhos. Ah, a religião, sempre atrapalhando&#8230;</p>
<p><strong>Anedota Búlgara</strong></p>
<p>Era uma vez um czar naturalista<br />
que caçava homens.<br />
Quando lhe disseram que também se caçam borboletas e andorinhas,<br />
ficou muito espantado<br />
e achou uma barbaridade.</p>
<p><strong>Marcos Cotrim</strong><br />
Jornal Ponte Velha<strong></strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-248" title="Shimoda" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2009/03/shimoda-300x73.jpg" alt="" width="300" height="73" /><br />
</strong></p>
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		<title>Jornal Ponte Velha – edição de agosto de 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 23:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capas das Edições]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique na capa para ler a edição impressa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://issuu.com/pontevelha/docs/ponte_velha_agosto_2010?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1590" title="Jornal Ponte Velha - Agosto de 2010" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/08/ponte_velha_agosto_2010.jpg" alt="" width="417" height="490" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Clique na capa para ler a edição impressa</strong></p>
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		<title>Ponha seu mamão no sol da manhã</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 20:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paulo Mauá]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas décadas, pesquisadores — tendo como cobaias alternativos, naturalistas, hippies, etc. — têm dedicado seus estudos à busca de uma melhor integração do homem com os alimentos que consome, procurando equilibrar e aperfeiçoar a máquina biológica do corpo humano. Os caminhos desses estudos apontam para várias direções, mas um aspecto comum interessante é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1585" title="passaro" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/08/passaro.jpg" alt="" width="250" height="336" /></p>
<p>Nas últimas décadas, pesquisadores — tendo como cobaias alternativos, naturalistas, hippies, etc. — têm dedicado seus estudos à busca de uma melhor integração do homem com os alimentos que consome, procurando equilibrar e aperfeiçoar a máquina biológica do corpo humano.<span id="more-1584"></span> Os caminhos desses estudos apontam para várias direções, mas um aspecto comum interessante é a descoberta do valor terapêutico das plantas, ervas, flores e frutos, confirmando cientificamente o poder da alimentação natural livre da influência de substitutivos químicos que agridem o organismo ocasionando males e doenças que eram desconhecidas de nossos antepassados.<br />
No universo das ciências terapêuticas surgiu a Engenharia Biodinâmica, preocupada principalmente com o circuito energético vital dos seres humanos, como ativá-lo e como bloquear a ação dos agentes que o degradam. O grande vilão desse quadro é o processo de oxidação celular, gerador de resíduos de difícil assimilação, que acabam por contaminar a máquina orgânica. A niodinâmica propõe um sistema nutricional baseado em alimentos e suplementos que desarmam os processos das reações químicas de oxidaqção celular, ativando o código genético para a emissão de células com potencial de geração de energia orgânica. O principal artifício para manter a vitalidade é a desintoxicação dos filtros orgânicos e a reconstituição dos nutrientes que mantém a química das estruturas orgânicas em equilíbrio.<br />
Entre uma série de alimentos estudados por esta filosofia comportamental de alimentação estão os sucos verdes que atuam como nutrientes de alto teor energético e que podem modificar completamente o comportamento de um organismo, agindo em músculos e nervos e dificultanto a aquisição de doenças, como até mesmo o câncer. Os raios de sol fornecem radiações importantíssimas aos alimentos, e estes cedem correntes elétricas ao sistema nervoso.<br />
Ponha seu mamão no sol da manhã. Faça sua comunhão com os alimentos in natura. Em breve você poderá até se alimentar de prana (luz)</p>
<p><strong>Paulo Mauá</strong><br />
Jornal Ponte Velha</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-73" title="Trutas da Serrinha // Parada do Milho" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2009/01/banner_11-300x71.jpg" alt="" width="300" height="71" /></p>
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		<title>Adeus, Luiz Pereira!</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 04:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Joel Pereira]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu pai, o Luizinho da Babilônia, descansou na quinta-feira, 24 de junho de 2010, aos 86 anos. Deus o poupou de uma sobrevida triste. Luiz Pereira da Silva foi lavrador, vivendo sempre da terra que nunca teve. Rude e terno ao mesmo tempo, imitava a natureza – sua grande mestra. Foi um competente administrador de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1581" title="luiz pereira" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/07/luiz.jpg" alt="" width="350" height="277" /></p>
<p><strong>Meu pai, </strong>o Luizinho da Babilônia, descansou na quinta-feira, 24 de junho de 2010, aos 86 anos. Deus o poupou de uma sobrevida triste.<br />
Luiz Pereira da Silva foi lavrador, vivendo sempre da terra que nunca teve. Rude e terno ao mesmo tempo, imitava a natureza – sua grande mestra.<span id="more-1580"></span> Foi um competente administrador de fazendas: hábil gestor de pessoas, de plantas e de animais.<br />
Até o final, teve a carinhosa assistência de sua mulher,  Faninha, e de Francine, prestimosa filha do casal.  Ele e elas foram amparados pelo meu irmão, Zé Roberto, e  por minha cunhada Taís – uma pessoa tão boa,  que mais parece um anjo.<br />
Seus amigos o acompanharam, no derradeiro passeio, até o Alto dos Passos.  Escolhi dois chorosos para simbolizar os demais:  Delphim Rocha e Marquinhos Monteiro de Barros, depositários de apreço que nunca morrerá.<br />
Há quase cinqüenta anos, Luizinho resolveu seguir um novo caminho, causando grande turbulência na vida dos envolvidos, como acontecia em uma época que mal se falava de divórcio, no Brasil.  Ainda assim, conseguiu ser feliz.  Foi feliz porque o amor verdadeiro é superior a tudo.<br />
A benção, Luiz Pereira!</p>
<p><strong>Joel Pereira</strong><br />
Jornal Ponte Velha</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-719" title="shimoda" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2009/05/shimoda-300x73.jpg" alt="" width="300" height="73" /></p>
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		<title>Jornal Ponte Velha – edição de julho de 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 13:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capas das Edições]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique na capa para ler a edição impressa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://issuu.com/pontevelha/docs/ponte_velha_julho_2010?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1555" title="ponte_velha_julho_2010" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/07/ponte_velha_julho_2010.jpg" alt="" width="417" height="490" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Clique na capa para ler a edição impressa</strong></p>
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		<title>Tópicos Utópicos XV</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 01:18:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Luis Felipe Cesar]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto de construção de um anfiteatro da beira do Rio Paraíba, em frente ao Centro Empresarial, foi tema de audiência pública na Câmara de Vereadores de Resende, dia 30-6. O espaço pode abrigar até 295 pessoas sentadas e possui um deck. Alguns pontos para reflexão: O licenciamento ambiental não é apenas um procedimento burocrático. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1572 alignnone" title="O projeto, de autoria de Ton Kneip, é uma extensão do calçadão que está sendo construído e dá aproveitamento àquela passagem sob a ponte que ficou abandonada com a mudança no trânsito" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/07/anfi_02.jpg" alt="" width="350" height="237" /></p>
<p><strong>O projeto de construção</strong> de um anfiteatro da beira do Rio Paraíba, em frente ao Centro Empresarial, foi tema de audiência pública na Câmara de Vereadores de Resende, dia 30-6. O espaço pode abrigar até 295 pessoas sentadas e possui um deck.<span id="more-1571"></span> Alguns pontos para reflexão:</p>
<p>O licenciamento ambiental não é apenas um procedimento burocrático. É a ferramenta para se estudar e conhecer efetivamente a viabilidade ambiental do empreendimento, em termos legais e técnicos, tendo em conta inclusive a suscetibilidade do local quanto a enchentes e outros fatores naturais. Mesmo em intervenções “pequenas”, cabe sempre um Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), analisando inclusive o impacto do trânsito de veículos, além de um Relatório Ambiental Simplificado &#8211; RAS. Ambiente é tudo que nos cerca.</p>
<p>Onde quer que o anfiteatro seja feito ocorrerão impactos. Positivos e negativos. Regras de funcionamento são indispensáveis e pode ser oportuno criar um grupo gestor que garanta o interesse sociocultural do empreendimento.</p>
<p>O debate requer cuidado para não estigmatizar a produção cultural como atividade incômoda. Muitas são as atividades potencialmente causadoras de incômodos de trânsito e poluição sonora: Bares, igrejas, festas, shows, comícios, carros de som etc. Todos precisam de regras e sempre haverá locais onde os impactos sejam mais, ou menos, mitigados.</p>
<p>É bom participar de uma reunião onde a sociedade percebe claramente que a legislação ambiental protege seus interesses diretos. Nem sempre é assim. Às vezes tem até apitaço&#8230;</p>
<p>Foi iniciada intervenção no acostamento da RJ 163, próximo ao Pórtico de Penedo. Boa oportunidade para replantar as árvores cortadas ano passado.</p>
<p>Exercício: Para fortalecer a vontade, sempre dizer e mentalizar aquilo que se pretende fazer. E cumprir.</p>
<p>Meditação: Estágio superior de concentração no qual se experimenta um estado contemplativo, estático, sereno, e sem pensamentos, onde se procura fundir o observador, o observado e o ato de observar.]</p>
<p>foto: O projeto do anfiteatro, de autoria de Ton Kneip.</p>
<p>Luis Felipe Cesar<br />
Jornal Ponte Velha</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-73" title="Trutas da Serrinha // Parada do Milho" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2009/01/banner_11-300x71.jpg" alt="" width="300" height="71" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Politicálya – Julho de 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 02:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Zézinho Majór]]></category>

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		<description><![CDATA[RESENDE: OS ÚLTIMOS 30 DIAS I – NOTAS POLÍTICAS: ··· com a eliminação do Brasil Maravilha ficou difícil atualizar as pré-tensas candidaturas locais a dep. fed. e est./2.010: ··· o colunista espera que informações detalhadas com nomes, números, partidos etc etc possam estar á disposição de leitores(as) e eleitores(as) na próxima edição. II –  BIOGRAFIA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1566" title="freud" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/07/freud.jpg" alt="" width="284" height="253" /></p>
<p><strong>RESENDE:</strong> OS ÚLTIMOS 30 DIAS<br />
I – NOTAS POLÍTICAS: ··· com a eliminação do Brasil Maravilha ficou difícil atualizar as pré-tensas candidaturas locais a dep. fed. e est./2.010: ··· o colunista espera que informações detalhadas com nomes, números, partidos etc etc possam estar á disposição de leitores(as) e eleitores(as) na próxima edição.<span id="more-1565"></span><br />
II –  BIOGRAFIA POLÍTICA NÃO AUTORIZADA DE JOÃO BOSCO AZEVEDO: ··· nesta edição o colunista iria dar uma pausa à BIOGRAFIA POLÍTICA NÃO AUTORIZADA DE JOÃO BOSCO AZEVEDO, posto que (segundo a galera que se chafurdeia  na nossa política) nosso personagem teria deixado a presidência do PTB/Resende  ··· por outro lado um informante do colunista JBA ter-lhe-ia  garantido que será cand. a dep. est./RJ, em 2.010 ··· daí, né&#8230; ··· N.R.: então, o tópico na próxima edição de O PONTE VELHA se o nosso editor deixar.<br />
III – TÓPICO DOS VEREADORES/ATUAÇÕES PARLAMENTARES-2.009 (IN FINE): ··· PEDRA (PV): vereador de quatro mandatos consecutivos é o presidente da CMR eleito por unanimidade dos seus pares; sua atuação está focada na transparência administrativa e na participação popular demonstrando respeito ao cidadão; implantou o sistema de pauta antecipada de 48 horas das reuniões públicas para que o cidadão tenha conhecimento do que nela será tratado; como resultado a população tem comparecido fazendo com que o auditório esteja sempre com todos os lugares disponíveis ocupados quando oassunto é mais palpitante os corredores ficam também ocupados; reduziu os gastos da CMR; estimulou a capacitação dos seus servidores ··· proposições, projetos de lei, solicitações e indicações ao governo municipal: solicitações para implantação de infra-estrutura básica e pavimentação para diversos logradouros públicos de diversos bairros e loteamentos; projeto para expedição agilizada de atestados de óbitos; projeto de Reserva Particular do Patrimônio Ambiental no Município e projeto para implantação do IPTU VERDE, especial para os proprietários de áreas preservadas ··· Pedra é candidato a dep. fed./2.010.<br />
IV – TONHÃO/2.010: ··· é o responsável direto pela campanha eleitoral, na região, de Chico D? Ângelo, PT, candidato a dep. fed., e de Carlos Minc, PT, candidato a dep. est.<br />
V &#8211; ANIVERSÁRIOS/JUL: ··· 4, Paula (Paulinha) Rodrigues, idade não revelada, esposa do Cláudio Baby Rodrigues ···  4, Antonio Toninho Capitão Faria, idade não revelada, amigo e mentor político do clã O PONTE VELHA ··· 3, Felipe Jardim, jovem amigo do colunista, filho do casal Felipe-Walba ··· 22, João Rodrigues, idade não revelada, competente causídico e hoteleiro (Hotel Leme) ··· 2, Matusalém da Silva Garcia, idade não revelada, o mago-do-hard-ware ··· 15, Luiz Machado Frias, o popular Machadinho, o cronista social (Jornal Vitrine) de maior sucesso alhures e algures, idade não revelada ···.4, Cecília Gaspar Jardim, 90, a matriarca do clã Gaspar Jardim, de Passa Quatro, MG, com profundas raízes em Resende (do excelente Rei dos Salgadinhos)  ··· 26, Daniel de Almeida Figueira de Castro, idade não revelada, servidor municipal (PMR), filho do Renato Sulfato-de-Alumínio Figueira ··· 24, Afonso Praça, 25, filho do Gustavo-Lana, competente diagramador de O PONTE VELHA, acadêmico de Sistemas de Informações (UNIRIO)  ··· 26, Fernando J. M. Silva, idade não revelada, colunista do Jornal Vitrine (Transas da Política) ··· 26, Ana Flávia, 11, filha do casal João Grandão Bosco Ávila(Wolks)-Josiane ··· ··· éns e votos de felicidades do colunista e de todos(as) de O PONTE VELHA aos(às)  aniversariante(s), extensivos aos familiares.<br />
V – NASCIMENTO: ··· 19, Gilberto, na APMIR, filho de Francisco-Ariane ··· Parabéns ao casal, aos avós maternos Almir-Marisa  e paternos Gilberto-Marina  e muitas felicidades para todos são os votos do e de todos(as) de O PONTE VELHA. .<br />
VI – E AGORA NOS RESTA CURTIR A RESSACA DA ELIMINAÇÃO DA NOSSA SELEÇÃO; E VAMOS EM FRENTE QUE ATRÁS VEM GENTE PARA AS ELEIÇÕES/2.010.</p>
<p><strong>Zézinho Major</strong><br />
Jornal Ponte Velha</p>
<p><a href="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2009/02/bady.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-229" title="bady" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2009/02/bady.jpg" alt="" width="350" height="147" /></a></p>
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		<title>O fim do mundo. Desesperadamente</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 03:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WebMaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcos Cotrim]]></category>

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		<description><![CDATA[1) A bola ficou quadrada. Os passes se faziam transportando-a nas mãos, a fim de nunca errar ou acertar de modo previsível, para facilitar a cobertura jornalística, a cotação do mercado e a invenção de jogadores, até que criaram um sistema de trilhos, e ela circulava sempre pelo mesmo lugar. Disse “circulava”, mas devia dizer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1548" title="gatos" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2010/07/gatos.jpg" alt="" width="300" height="237" /></p>
<p><strong>1) A bola ficou quadrada.</strong> Os passes se faziam transportando-a nas mãos, a fim de nunca errar ou acertar de modo previsível, para facilitar a cobertura jornalística, a cotação do mercado e a invenção de jogadores, até que criaram um sistema de trilhos, e ela circulava sempre pelo mesmo lugar.<span id="more-1546"></span> Disse “circulava”, mas devia dizer trafegava. Os árbitros entraram numa escola cada vez mais precisa, e o ideal de exatidão os transformou em magistrados. Cada jogo gerava um processo na corte arbitral, pois os milhões envolvidos justificavam extremos cuidados. O fair-play passou a ganhar jogo e acabaram os jogadores bons, sobrando só os bonzinhos, com o selo-FIFA, de preferência depilados. (Elegia para uma bola murcha; de um viúvo da Seleção de 1982)<br />
2) “Lamento ver que há um tipo de suposição universal na maioria dos jornais de que o cavalheiro que deu dinheiro às crianças e homens nas ruas fez algo inteiramente indefensável e absurdo. Quando interpretou a caridade como a obrigação de distribuir dinheiro pelas ruas, ele fez algo pelo que eu, por exemplo, esperava há muito tempo. Não vou tão longe a ponto de afirmar que ele estava certo; mas certamente penso que estava muito mais certo que todos os filantropos e organizadores de caridade que o desaprovam. Está tudo muito bem em dizer que os economistas alertam que a caridade casual faz mal. Os economistas são muito capazes de afirmar que comer e beber faz mal – e, de fato, pensando bem, comer e beber faz certamente mal. Fala-se em jogar dinheiro no mar. Fala-se em atirar riquezas num poço sem fundo. Fala-se em derramar um bom vinho no esgoto. Mas pelo menos, em todos esses casos de jogar algo no abismo, a coisa, uma vez no abismo, não pode fazer mal. O dinheiro não pode subornar o mar; nem o vinho pode embebedar a tubulação. Fazemos, contudo, algo mais obscuro e mais imprudente quando atiramos vinho ou comida num abismo mais tenebroso que é dentro de nós mesmos&#8230;” (Chesterton, 1906)<br />
3) A pobreza é pública. E é um bem. Aliás, um bem bastante distribuído, pois todos são pobres. Todos recebem para viver, respirar, pensar, embora pensem que respiram e vivem graças ao Congresso Nacional. Que pouco pensa. Ou há os mais inteligentes, que pensam que pensam graças à pauta da ONU ou do WWF. A privatização da pobreza vale tanto quanto sua estatização: nada. Assim pensavam nossos antepassados, quando inventaram a personagem do Juiz de Paz para zelar das fronteiras entre nossas minguadas posses, resolvendo rusgas de vizinhos, dotando nossa orfandade constitutiva e dando cobro à maior parte das safadezas que assolam o mundo. Mas aí resolveram organizar demais as coisas, os pobres viraram um empreendimento e as fichas ficaram sujas.<br />
4) Dois reis insensatos, mas muito cumpridores dos deveres e cheios de boa vontade tinham um amigo muito simples, chamado Não-Forma, que os tratava muito bem.<br />
Resolvidos a dar-lhe retribuição, planejaram uma surpresa. Como os homens têm sete aberturas para ver, ouvir, comer etc. e o Não-Forma não as possuía, de presente, fizeram nele aberturas durante sete dias. Ao fazer a última, seu amigo estava morto.<br />
Moral: “Organizar é destruir” (A Via de Chuang-Tzu, 1977; adaptado)</p>
<p><strong>Marcos Cotrim</strong><br />
Jornal Ponte Velha</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-719" title="shimoda" src="http://pontevelha.com/wp2/wp-content/uploads/2009/05/shimoda-300x73.jpg" alt="" width="300" height="73" /></p>
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