ana e o relevo do vale
Publicado em 29/08/2010 por J. Strauklys

observa J.
com calma o fim da tarde
gaivotas, rasantes, a praça
ana, talvez venha
não tenha pressa J.
há tempo Leia mais »

observa J.
com calma o fim da tarde
gaivotas, rasantes, a praça
ana, talvez venha
não tenha pressa J.
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Não tenho certeza, quando me apaixono, se é mesmo a moça, o amor, ou se é apenas criação mental. Esse problema torna-se maior na medida em que a outra parte se envolve, tornando difícil o fim, quando necessário. Terá acontecido isso no caso Antônia (aquela do genérico paraguaio)? Mas de fato a amei, desejei, senti febre. Leia mais »

A gente nunca teve muito a ver mesmo.
Ela é aquário, ascendente em escorpião e lua em touro.
E eu tão apegado a minha casa e as minhas coisinhas.
Fora o sexo e a paixão pelo genérico paraguaio… Leia mais »

Ontem Marcela apareceu aqui. Logo em dia de festa. Não entendi o que ela queria. Chegou cansada, deitou e dormiu. Ficou meio estranho, os convidados chegando (várias gatas) e ela ali dormindo (a casa é pequena e o quarto parte fundamental), mas tudo bem, não expliquei nada pra ninguém, deixei tudo acontecer de modo natural. Já estava bem louco quando lembrei dela, e desejei seu amor. Leia mais »

Acordei um pouco cansado, lembrei dela e a desejei, espero que seja uma das últimas vezes. Mulher é que nem carro, quando começa a dar merda, é uma atrás da outra e não adianta levar pra arrumar, parece que a solução é arrumar uma nova e passar a velha adiante. Levantei e fiz café. Comi qualquer coisa e fui para a praia ainda com uma leve ressaca do samba de ontem. Samba em casa de delegado o bicho pega. Leia mais »

1 – Abri os olhos e vi Ana ao meu lado. Suas costas morenas, belas como o relevo do vale; e as pernas bem formadas como só alguém de sangue negro as tem. É o último dia desse ano e parece que eu estou com sorte. Imagens do passado como um filme em minha mente me fazem pensar no porque de estar aqui. Estou triste e alegre. No chão cartões postais, roupas e a mochila. Leia mais »