Jornal Ponte Velha

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Tópico nada utópico (11) – valorizar a diferença

Publicado por Luis Felipe Cesar

Serrinha do Alambari: Protegida como Área de Proteção Ambiental (APA) a partir de 1991 e com Plano Diretor desde 1994, tem sido referencia de gestão participativa em comunidade vizinha a parque nacional. Possui um Conselho Gestor que se reúne mensalmente, com mais de 100 reuniões realizadas. leia mais…

Lições do Verde – 2

Publicado por Marcos Cotrim

1- Dos primeiros ensinamentos que o pintor de paisagens recebe, o de como usar o verde, estilhaçado em nuances, reflexos e reverberações, é de grande sentido existencial. Talvez a arte “inicie” mesmo o homem em sua humanidade, e – como queria o Platão do Banquete e do Fedro –, pode ser uma entrada no país da liberdade espiritual, perguntando pelas identidades e respondendo com as diferenças inevitáveis; perguntando pelas regras e respondendo com as transgressões necessárias. leia mais…

Consultório sentimental

Publicado por Gustavo Praça

Minha cara Zora Yonara.
Não entendo qual o problema da minha vida. Dinheiro não me falta. Apoiei o prefeito do meu município e estou aí prestando um serviço terceirizado com dois caminhõezinhos que eu tenho. Descontado o salário de uma meia dúzia que trabalha pra mim eu embolso no fim do mês uns 20 paus. leia mais…

Roberto Granja: “A grande obra de arte é a vida de cada um”

Publicado por Entrevistas

Apesar de ser uma pessoa que consome pouco — se depender de mim, o comércio está no sal — eu adquiri dois quadros do Roberto Granja no começo dos anos 80;  as únicas obras de arte que comprei na vida. Recortei também um desenho que ele fez em meio a um mapa de Mauá e emoldurei. Os trabalhos misturavam o mundo caipira com elementos marginais das metrópoles, e havia neles uma reflexão sobre a questão.  Aquilo não era supérfluo, era essencial; representava o sentimento que me fazia — e a tantos da minha geração — deixar a grande cidade em busca do campo. E só fui conhecer o Granja muito tempo depois. leia mais…

Jornal Ponte Velha – Fevereiro de 2010

Publicado por Capas das Edições

Adeus ao Professor Esteves

Publicado por Virgínia Calaes

No dia 19 de dezembro, as três mil pessoas que lotaram o Teatro da AMAN para assistir à formatura dos alunos das Faculdades Dom Bosco fizeram um minuto de silêncio em homenagem a seu fundador e presidente, professor Antonio Esteves, que falecera uma semana antes, no dia 12. Em seguida, a jornalista Virgínia Calaes, autora de um livro sobre Esteves, leu uma breve biografia , que transcrevemos abaixo. leia mais…

Politicálya – Janeiro de 2010

Publicado por Zézinho Majór

RESENDE: OS ÚLTIMOS 30 DIAS
I – NOTAS POLÍTICAS: ••• 1) HABEMUS CANDIDATUS A PREFEITO: para as eleições municipais/2.012 já temos um pré-candidato a prefeito; é Noel de Carvalho, atual dep. est./PMDB e candidato á reeleição (vide entrevista nas págs. centrais desta edição ••• 2) à reeleição outro pré-candidato ao mesmo cargo deverá ser o atual prefeito Zé Rechuan ••• N.R.: pelo menos é o que se ouve alhures e algures. leia mais…

Lições do Verde

Publicado por Marcos Cotrim

É difícil explicar certas coisas bizarras como o “direito dos animais”. Depois de meio século de animais falantes no cinema, representando emoções humanas, não há coração adolescente que não derrame lágrimas ao ouvir o “choro” de golfinhos e baleias esquartejados, o “ar pesaroso” da mamãe aliá, olhando para trás enquanto o mais selvagem dos predadores, o homem, retira o marfim de seu filhinho etc. leia mais…

Madalena

Publicado por J. Strauklys

Não tenho certeza, quando me apaixono, se é mesmo a moça, o amor, ou se a paixão é apenas criação mental. Esse problema torna-se maior na medida que a outra parte se envolve, tornando difícil o fim, quando necessário. Terá acontecido isso no caso da Júlia? Mas de fato a amei, a desejei, senti febre. leia mais…

Os “produtos” e o porco do Narciso

Publicado por Gustavo Praça

1- A miséria é a maior poluição. Esta é uma frase bem conhecida. A miséria, por sua vez, é o outro lado do acúmulo insensato. Gente dormindo nas calçadas e bolsas femininas de marca que custam uma fortuna são o mesmo fenômeno.
E a miséria não é só a de gente nas calçadas, mas também das mentalidades ao relento. leia mais…

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